VAMOS BRINCAR?

Saber Observar

Ludoterapia


Musicoterapia


Adicione-me aos seus Favoritos

VAMOS BRINCAR?


http://homepages.sapo.pt/wizard/imagens_temas/criancas/filete_criancas.gif

Brincar faz parte da alma do Ser Humano


Todos sabemos como Brincar é importante para a construção sócio-cognitiva do indivíduo. Não é por acaso que as melhores recordações da nossa Vida, são as das brincadeiras de infância.
Atentos ao fenómeno universal do Brincar, psicólogos e outros profissionais tentam descodificar, interpretar e relacionar a forma de brincar com a verdadeira expressão dos nossos sentimentos mais íntimos.
Com esta iniciativa, pretendo informar, aconselhar e divertir todos os que de qualquer modo estejam relacionados com a educação e formação de crianças, sobretudo os Pais,cada vez mais afastados por imperativos económicos, do crescimento dos seus filhos.
Os temas sugeridos vão sendo renovados mas a finalidade é sempre a mesma : Proporcionar a Pais e Filhos bons momentos de brincadeira, aproveitados para aprender e ensinar sem complicações.
Escolha o memento indicado em que não hajam compromissos seus ou da criança. Eleja um local sossegado e afastado de estímulos externos (televisão ligada, janelas abertas para espaços onde decorram actividades barulhentas ou outras que possam afectar a concentração)
Se a criança é hiperactiva (ou tem determinadas características que levam a supôr que o seja) escolha o momento do dia em que se apresenta mais calma (depois de um banho, massagem ou outra forma de relaxamento). Não prolongue demasiado tempo uma tarefa - se o tema sugerir mais do que uma, divida as tarefas por outros tantos dias.
Se a criança tem persistentes sintomas de sofrer de ddah (déficit de atenção por hiperactividade)recorra a um profissional que o orientará e lhe dará o apoio necessário.
Sugiro que leia com atenção o tema apresentado, bem como as tarefas que lhe caberão a si e à criança. Anote num caderninho os objectivos propostos e faça avaliações regulares - sempre que as respostas da criança lhe pareçam desadequadas ou o seu comportamento desajustado, procure orientação de um profissional.

TEMA O TRÂNSITO

OBJECTIVOS: Fomentar o desenvolvimento da linguagem oral; desenvolver a capacidade de atenção e memorização; desenvolver a motricidade fina/ grossa (desenho e recorte)

TAREFAS/ESTRATÉGIAS: Pais - 1ª - Começe por explicar as regras mais simples para peões e veículos poderem circular, evitando acidentes
2ª - Explique as diferenças dos semáforos para peões e veículos, os locais onde podem atravessar e como devem circular de frente para os veículos
3ª - Vamos á descoberta: faça um passeio a pé e deixe anotar a sequência das cores dos semáforos, os sinais de perigo, os locais para brincar ou andar de bicicleta...

Para as crianças: 1º - Sabes quando é seguro passar a rua? Aprende o texto: Sou verde como um pimento / e convido-te a passar / parece que me estou movendo / é que gosto de cantar (podes passar)
Mas se o sinal está vermelho, não podes passar, pois não?Sou vermelho como um tomate / e não te deixo passar / para atravessares a rua / vais ter mesmo de esperar
2º - Faz um desenho com coisas que te lembres que possam ser verdes ou vermelhas, como por exemplo um morango vermelho-
3º - Agora pede ajuda a um adulto: vais precisar de - uma tira de papel vermelho com 30 cm por 5 cm; outra tira igual de côr verde; uma tesoura
Os homenzinhos dos semáforos fugiram, vamos fazer alguns? Então dobra as tiras de papel como um acordeão; depois desenha em cada uma os bonequinhos correctos; recorta o contorno do desenho e finalmente estende o papel.

AVALIAÇÃO DOS OBJECTIVOS

Sabe distinguir as cores e regras dos semáforos? Conseguiu memorizar os textos?
O desenho representa correctamente as cores e bonecos?
Este é um tema em que vale a pena insistir - lembre-se que uma criança hiperactiva tem muita dificuldade em esperar (por exemplo na passadeira) e "esquece" facilmente mesmo as regras mais usuais
Incentive o seu filho a cumprir as regras para peões, mais tarde será muito melhor condutor!

Quero sugerir um tema

Início

Saber Observar é fundamental


Quando brincamos revelamos muitas facetas - desde tenra idade a forma como pegamos nos brinquedos e os manipulamos dão indicações preciosas sobre a nossa personalidade.
Aprender a conhecer e identificar os diferentes momentos de brincadeira é importante para quem lida com crianças. Podemos assim encontrar pistas essenciais.

Observe as principais características:
- Como manipula a criança os brinquedos
- Como reage aos diferentes objectos
- Consegue relacionar diferentes elementos que se lhe apresentem
- Prefere brincar sozinho ou procura ter sempre companhia

Se, nos primeiros tempos de vida, a criança reage a estímulos externos, observando e interagindo de acordo com reacções básicas; a partir do primeiro ano de vida, a busca e a descoberta individual tornam-se evidentes.
Até por volta dos 4 anos, a personalidade da criança está em formação. Ela emerge a cada momento, revelando-se na emancipação, na libertação dos pais e educadores.
A partir daí, o modo como brinca pode indicar a todos os que com ela lidam, muito sobre a sua personalidade.
Há desde logo alguns sinais que nos podem alertar para a existência de certos tipos de distúrbios como a falta de atenção; a hiperactividade; comportamentos agressivos ou anti-sociais; desenvolvimento de fobias ou medos; problemas alimentares, entre outros.
Ao observar a criança e a sua relação com os brinquedos, o modo como se exprime pelos desenhos ou a forma como interage com colegas e adultos não familiares, podemos mais facilmente orientar, prevenir ou corrigir situações que de outro modo, acabarão por influenciar ou alterar negativamente o crescimento psicológico, sensorial ou mesmo físico da criança.

Início

Envie as suas questões, ideias ou comentários para

Teresa Melo

A Ludoterapia e a Hiperactividade


A Hiperactividade Infantil, associada ou não á desordem por déficit de atenção (ddah), pode ser um foco de instabilidade familiar, para além de provocar em muitos casos uma marginalização da própria criança.
Assustados por terem em casa um pequeno "monstrinho", muitos pais não procuram ajuda profissional por temerem represálias sociais por vezes graves, como por exemplo a não aceitação da criança no infantário/creche, ou noutra qualquer instituição de caracter lúdico ou desportivo.
Muitas crianças chegam assim ao pré-escolar ou ensino básico sem qualquer parecer ou relatório de avaliação psicológica, o que ao invés de facilitar, só complica no que diz respeito á sua integração.
Educadores e professores, desconhecendo em profundidade os motivos de determinados distúrbios comportamentais (que muitas vezes se manifestam pelo não cumprimento de regras simples) temem que a estabilidade dos demais seja afectada, pelo que tendem a impôr á criança uma disciplina que ela simplesmente não consegue interiorizar.
È pois importante que os pais, alertados por sinais detectáveis em fases mais precoces, procurem conselho psicoterapeutico ou psicológico, evitando um desajustamento social que irá perturbar o normal crescimento da criança.
Se por vezes a medicação é o recurso mais plausível para controlar a hiperactividade (sendo a ritalina a substância actualmente mais usada),é aceite por diversos estudiosos que esta se torna mais eficaz, quando usada em conjunto com terapias comportamentais. Além disso, não estão suficientemente documentados os efeitos a longo prazo, da administração de tais substâncias, sendo certo que muitos jovens a quem foi dada medicação na infância, apresentam quadros clínicos de estados depressivos, mais ou menos prolongados.
As terapias comportamentais, como a ludoterapia, não têm efeitos secundários, reforçam os sentimentos de contrôle e auto-estima e contribuem para uma melhoria significativa no que diz respeito ao nível de conhecimentos e sucesso escolar.

O que podemos trabalhar com a Ludoterapia

- A Expressão Oral
- A Expressão Motora
- A Expressão Lógico-matemática
- A Expressão Plástica
- A Expressão Musical
- A Expressão Dramática

Orientando a criança, dependendo do seu desenvolvimento/percepção, bem como das sua necessidades específicas, o Ludoterapeuta, examina, diagnostíca e intervém, possibilitando uma fácil reabilitação.
A sua acção nota-se sobretudo ao nível do funcionamento psíquico, cognitivo e comportamental. Um diagnóstico atempado, antes dos 4/5 anos, permite uma melhor integração da criança na vida escolar com consequências lógicas de integração social, não só da criança mas também de quem com ela convive regularmente.

Início

Despertar para a música


É sabido que as antigas civilizações acreditavam no poder da música e a consideravam a mais elevada de todas as artes e a mais importante das ciências. Só no século passado se perderam estes conceitos e se abandonou a crença na música, como força capaz de mudar o indivíduo e a sociedade.
Nos últimos anos no entanto, alguns inspirados compositores, motivados por um sincero desejo de influir na elevação da consciência do ser humano, vêm recolocando a música como um dos meios mais poderosos para gerar o processo de transformação pessoal e da nossa sociedade
A Federação Mundial de Musicoterapia dá a seguinte definição Oficial: A Musicoterapia é a utilização da música e/ou seus elementos (som, ritmo,melodia e harmonia), por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, num processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizagem, mobilização, expressão, organização e outros objectivos terapêuticos relevantes, a fim de atender ás necessidades físicas, mentais , sociais e cognitivas.
A Musicoterapia procura desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para ele/ela alcançar uma melhor organização intra e/ou interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, através da prevenção, reabilitação ou tratamento.


O Stress em jovens e crianças

Este é um grave problema que afecta a maioria das famílias portuguesas e que, muitas vezes não é considerado pelos pais na sua verdadeira dimensão. Como consequência estão a ser criados desequilíbrios e desarmonias nas crianças que impedem o seu crescimento físico pleno e o seu desenvolvimento intelectual adequado.
O stress age impedindo as sinapses do cérebro que são as conexões neurais necessárias ao fluxo das informações aos sistemas nervoso, endócrino e imunológico. Decorrem então vários tipos de manifestações de natureza psicológica e física, como:
a) ansiedades
b) depressões
c) insónias
d) hiperactividade
e) comportamento agressivo
f) alheamento e não participação
g) problemas de pele
h) úlceras e gastrites, etc.
Os tempos modernos agravam o quadro de stress. As crianças têm de ter predisposição para imensas actividades: escola, natação, informática, atl, etc. quase não há tempo para brincar, quando até aos 10 anos, segundo vários especialistas, metade do tempo da criança deve ser para brincar.. O comportamento anti-social na escola e a queda do desempenho académico são os primeiros sinais de que a criança precisa de ajuda. Outros sintomas como preocupação irreal com o futuro, dores de cabeça, dores musculares, medo de críticas, falta de ar, dificuldade em dormir, são mais difíceis de serem identificados pelos pais.
Muitas vezes são os educadores que sentem as alterações e questionam os motivos. A intensa rotina dos pais não deixa tempo para estes se inteirarem em profundidade e o tempo passa sem serem tomadas medidas eficazes. O precoce abandono escolar é motivo de preocupação cada vez maior.
Um ambiente escolar onde a criança/jovem se sinta incentivado e preparado é um bom caminho para o futuro. A Musicoterapia como prática continuada é um contributo excelente para esse ambiente.


estamos a proceder á actualização desta página - em breve teremos mais novidades!

Início

Envie as suas questões, ideias ou comentários para

Teresa Melo

http://homepages.sapo.pt/wizard/imagens_temas/criancas/livro_visitas_criancas.gif

 

/php/contador.php?df=teresamelo.no.sapo.pt

 

<%codigo1%>